
EM FORSAKEN PARADISE, os fios do destino são puxados e o véu é rasgado!


Forsaken Paradise é o universo original da Dark Entity, concebido pelos autores Rodrigo Silva, Fausto Maiandi e Thiago Fagundes.
É uma jornada sombria por um mundo autenticamente Teopunk (Punk Teológico), imerso em intrigas e escândalos eclesiásticos, onde o Império de Soliarca reina absoluto, mas as tramas do destino ainda são urdidas por forças celestiais e infernais que transcendem a compreensão humana.


NOVE ARQUIDIOCESES
NOVE VIRTUDES
UMA RELIGIÃO!
Na fundação do Império repousa a Religião Soliarquista, a Ecclesia Solis, fundada pelo grande Solivatus, o Primeiro Iluminado. Ele foi o profeta, o primeiro Pontífice-Imperador e aquele que unificou todas as nações sob os textos sagrados do Lumen Veritatis e a bandeira imperial de Soliarca.
Sob a coroa do Pontífice-Imperador, nove arquidioceses perseguem suas agendas ocultas por poder e controle em um jogo político, carregando os textos sagrados do Lumen Veritatis como guia para sua ascensão nos esquemas políticos eclesiásticos.
Cada bandeira usa a máscara de uma das Virtudes Celestiais para ocultar o Vício Pútrido que habita seu interior. É um lugar onde o clero explora os fiéis num círculo vicioso de sofrimento, apenas para satisfazer seus próprios objetivos pessoais.
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PARA SABER MAIS
forsaken paradise
the roleplaying game
ESTÁ CHEGANDO!
Sob o Véu que cobre o reino terreno jaz o Mundo Crepuscular, a terra dos mortos, onde inúmeras almas aguardam a colheita eterna por seus juízes. Mas quando o Véu se afina, a fronteira entre os mundos começa a se fraturar.
A corrupção humana e a poluição da Pedralma enfraquecem o Véu, rasgando feridas por onde os mortos podem atravessar. E atravessam, movidos por uma fome desesperada e insaciável de voltar a sentir-se vivos. Não são espíritos pacíficos em busca de descanso, mas almas atormentadas, distorcidas pelo sofrimento e pelo tempo, que rastejam de volta ao mundo dos vivos, trazendo consigo tudo que os consumiu pela eternidade de abandono: mágoa convertida em fúria, amargura que contamina o ar e um desejo tão intenso que se manifesta como destruição e sofrimento.
O MUNDO CREPUSCULAR E O VÉU
Com elas, a Radiação do Mundo Crepuscular flui para o reino terreno, corrompendo e transformando a carne dos vivos, provocando doenças, alucinações e a decrepitude dos mais velhos. Em Soliarca, o povo é esmagado entre duas forças implacáveis: a opressão da Ecclesia Solis acima e a danação que emerge do Mundo Crepuscular abaixo.
Para aqueles que habitam Aerthas, cada ferida no Véu é um lembrete de que a morte não é um fim, mas uma passagem, e uma que nem sempre se mantém cerrada.




